(VÍDEO) “O meu sonho era dançar” — Catarina Bento, Lab InDança

(VÍDEO) “O meu sonho era dançar” — Catarina Bento, Lab InDança

•  Paulo Bruscky — “A arte ainda é a última esperança”.

No dia 24 de junho, às 11h30, no Imaginarius Centro de Criação assinou-se um protocolo entre a Câmara da Feira e a Fundação Calouste Gulbenkian, que definiu a concessão de um subsídio ao Projeto LaB InDança.  

Obviamente que uma parceria entre duas instituições de grande gabarito, com um propósito ainda mais nobre, juntou dezenas de “caras conhecidas” e discursos extraordinários, mas as palavras mais simples foram também as mais importantes e vieram da pessoa menos conhecida — Catarina Bento, dançarina no projeto Lab InDança, que em cinco palavras, escondidas em lágrimas de alegria, explicou a importância deste momento: “o meu sonho era dançar”.

A plateia absorveu a mensagem —  muitos tiveram de conter as emoções, todos tomaram consciência de que o “sonho” de Catarina Bento é demasiado simples e exequível para constar da definição de sonho — este projeto é exatamente isso: transformar sonhos em objetivos.

No âmbito deste protocolo, a Câmara da Feira conseguiu estender o projeto para três anos e aumentar o número de turmas — duas. Um financiamento global de 74 404,48 euros, onde 44 642 euros serão financiados pela Fundação Calouste Gulbenkian e 29 762,48 euros suportados pelo município da Feira — desta verba 23 114,45 euros são para apoio financeiro, os restantes 6 648 euros traduzem-se em despesas com recursos humanos, deslocações e transporte.

Lab inDança nasceu no final de 2015 pelas mãos da Câmara Municipal, com direção artística da coreógrafa Clara Andermatt e o apoio de aulas de dança semanais, pela professora, Susana de Figueiredo. Conta com a parceria da Provedoria Municipal para a Mobilidade, da CERCIFEIRA, da CERCILAMAS, da AMICIS – Associação de Amigos por uma Comunidade Inclusiva em Sanguedo e da Casa Ozanam. Está aberto a toda a população, com foco especial nas pessoas com deficiência ou alguma incapacidade.

Luís Jerónimo, diretor da Fundação Calouste Gulbenkian, terminou o seu discurso com uma citação do pintor brasileiro Paulo Bruscky — “a arte ainda é a última esperança”. 

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