A oposição lituana tem sido crítica sobre a capacidade de liderar o Ruginien.
“É impossível não notar a impressionante falta de experiência política do candidato”, disse o líder da União Homeland -Lituânia, democratas cristãos, Laurynas Kasčiūnas, antes da votação.
Ruginien ‘disse aos legisladores: “Meu maior sonho é que, no final do meu mandato, posso mais uma vez ficar diante de você e dizer que juntos fomos capazes de realizar um trabalho muito, muito importante”.
Ela fica com a Ucrânia e condenou a agressão da Rússia no passado, embora tenha sido interrogado por visitas à Rússia após sua anexação à Crimeia. Ruginienė disse que tem raízes familiares na Ucrânia e na Rússia.
A falta de experiência política de Ruginien não impediu que os social -democratas a apresentassem, especialmente depois de dois candidatos – vice -presidente do Parlamento Juozas Olekas e o ministro dos Transportes Eugenijus Sabutis – retirou -se da corrida em um estágio final.
As razões para a retirada dupla nunca foram divulgadas, embora a presidente Gitanas Nausėda tivesse alertado, no dia da renúncia de Paluckas, que qualquer futuro candidato teria que ser cuidadosamente examinado para evitar “outra situação como essa” para evitar instabilidade.
Esse aviso logo parecia presciente. Dias depois de recuar da disputa do primeiro -ministro, Sabutis foi investigado do Serviço de Investigação Especial por supostamente abusar de seu escritório e forjar 18 documentos enquanto servia em um conselho distrital.
Olekas, enquanto isso, se tornará o novo orador do Parlamento.




