De acordo com a presidente da Comissão, a UE tem três critérios fundamentais para qualquer acordo de paz: “Em primeiro lugar, as fronteiras não podem ser alteradas pela força. Em segundo lugar, como nação soberana, não pode haver limitações às forças armadas da Ucrânia que deixem o país vulnerável a ataques futuros e, assim, minem também a segurança europeia”, disse ela.
“Em terceiro lugar, a centralidade da União Europeia em garantir a paz para a Ucrânia deve ser plenamente refletida”, disse von der Leyen. “A Ucrânia deve ter a liberdade e o direito soberano de escolher o seu próprio destino. Eles escolheram um destino europeu.”
Os aliados mantiveram conversações sobre a crise durante a cimeira na África do Sul e os líderes da UE deverão realizar novas discussões na segunda-feira, durante uma visita conjunta a Angola. O Presidente do Conselho Europeu, António Costa, saudou os esforços dos EUA para acabar com a guerra, mas alertou que a actual proposta é apenas “uma base que exigirá trabalho adicional”.
As capitais europeias e a Ucrânia dizem que foram efectivamente excluídas do desenvolvimento do plano de 28 pontos, que, segundo os críticos, recompensa a agressão russa e deixaria a porta aberta a futuras invasões.
Trump, entretanto, parece ter desistido do prazo de quinta-feira para o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, aceitar os termos da proposta dos EUA, dizendo que o acordo “não é a minha oferta final”.




