Política

UE definido para perder o prazo da ONU para o novo alvo sob o acordo climático de Paris

A declaração redigida pela Dinamarca propõe uma meta de corte de emissões temporárias entre 66,3 % e 72,5 % abaixo dos níveis de 1990 até 2035. Os países da UE teriam que concordar com uma meta definitiva em uma data posterior.

Embora tarde demais para o prazo da ONU, essa abordagem oferece à Dinamarca outra chance de garantir apoio à meta mais ambiciosa. Para conseguir isso, eles terão que encontrar um aterrissagem entre visões bastante divergentes mantidas pelos governos.

A UE pretendia derivar uma meta de 2035 de 72,5 % de um novo marco 2040 que está sendo negociado atualmente. Esse plano foi descarrilado por desacordos sobre a legislação de 2040. Na sexta -feira, a Dinamarca adiou uma votação programada para esta semana, depois que os principais países bloquearam o progresso.

Alguns países, como a Polônia, defenderam a UE a enviar o intervalo como alvo formal, o que não seria incomum: o Brasil, o anfitrião da cúpula climática do COP30 deste ano, o fez.

Mas, para a UE, representaria um objetivo mais fraco, pois seria efetivamente se comprometer com a UE com uma meta de 66,3 %, deixando em aberto a possibilidade de melhorias adicionais.

Por esse motivo, outro grupo de países se opõe ferozmente a desconectar a meta de 2035 da meta de 2040.

Apenas quando a UE enviará seu plano finalizado para a ONU permanecer incerto. A declaração dinamarquesa insiste que o bloco irá Faça isso antes do COP30 começar no início de novembro.

Os países da UE concordaram na semana passada para sediar um debate entre líderes nacionais, programado para 23 de outubro, antes de concordar com uma meta de 2040. Isso deixará apenas duas semanas para fazer um acordo nos dois objetivos antes da cúpula no Brasil.