Garantias de segurança
A Europa deveria adotar uma abordagem em relação à Ucrânia “baseada no interesse europeu”, disse Orbán, acrescentando que “não está interessado” em saber se Moscovo está a ganhar ou a perder.
Orbán disse estar “interessado no futuro do povo europeu, entre eles, o futuro dos húngaros” e “num novo sistema de segurança”.
Um acordo de segurança pós-guerra para a Ucrânia deveria envolver “um acordo de paz que estabilize(m) as fronteiras, seja internacionalmente reconhecido ou não” e “definitivamente uma espécie de zona desmilitarizada”, disse Orbán.
A menos que aconteça um “milagre”, a Rússia continuará a ocupar o território de Donetsk, no leste da Ucrânia, após a guerra, disse Orbán. “Esta é a realidade, gostem ou não”, sublinhou.
Mas ele despejou água fria sobre os temores de que uma Rússia encorajada atacasse outro país europeu ou da OTAN. “Penso que é ridículo dizer que os russos atacarão a União Europeia ou a NATO, simplesmente porque não são suficientemente fortes. Nós somos muito mais fortes”, disse ele.




