“Então, estou pronto para discutir isso”, continuou ele. “Vamos discutir isso hoje com as nações européias reunidas aqui. Tenho certeza de que eles estão emocionados ao me ouvir falar sobre isso. Mas é assim que é”.
Os países da UE reduziram drasticamente sua dependência da energia russa desde o início da invasão em grande escala de Moscou em 2022, mas a Hungria e a Eslováquia continuam sendo compradores substanciais de petróleo e gás russo e até agora resistiram à pressão para parar de fazer isso.
As autoridades da UE passaram os últimos meses tentando convencer Trump a entrar a bordo com medidas econômicas contra Moscou. Alguns diplomatas expressaram em particular o ceticismo de que o presidente dos EUA levou a sério o avanço, com um funcionário da UE dizendo na semana passada que o líder americano estava “inventando motivos para não fazer nada”.
O ramo executivo da UE em Bruxelas na semana passada apresentou sua 19ª rodada de sanções contra a Rússia, mirando bancos, empresas de energia e o setor de criptomoedas. As entidades chinesas e indianas também foram incluídas, pois a UE pretende reprimir as empresas que ajudam Moscou a fugir das sanções.
No discurso de Trump à Assembléia da ONU, na qual ele disse que a guerra “não fazia a Rússia parecer boa”, ele também criticou a China e a Índia pelo que ele disse que estava sendo o “principal financiador da guerra em andamento, continuando a comprar petróleo russo”.
Mas, acrescentou, os países da OTAN “indescritíveis não cortaram muita energia russa e produtos energéticos russos. Pense nisso: eles estão financiando a guerra contra si. Quem diabos já ouviu falar disso?”




