Política

Trump agora apóia acordo com Chagos no Reino Unido, apesar da crítica de ‘GRANDE ESTUPIDEZ’

“Se o acordo de arrendamento, em algum momento no futuro, fracassar, ou se alguém ameaçar ou colocar em perigo as operações e forças dos EUA em nossa base, mantenho o direito de proteger militarmente e reforçar a presença americana em Diego Garcia”, acrescentou o presidente.

Para a ira das autoridades britânicas, o líder reformista do Reino Unido, Nigel Farage, e Kemi Badenoch, dos conservadores, pressionaram Trump para se opor ao acordo, que custará à Grã-Bretanha cerca de 3,4 mil milhões de libras durante o contrato inicial de 99 anos.

Mas os canais diplomáticos oficiais venceram o debate, e Starmer considerará o apoio de Trump como um mínimo de alívio durante um momento difícil em que a sua autoridade está a ser questionada.

Autoridades do governo, falando sob condição de anonimato para evitar maiores desgastes nas relações diplomáticas, atribuíram as críticas de Trump ao acordo de Chagos em 20 de janeiro à defesa pública da Groenlândia feita por Starmer contra as ameaças americanas de tomar o território dinamarquês.

Starmer abordou o acordo com Trump em uma ligação no fim de semana, bem como em outra na quinta-feira.

O relato de Downing Street sobre a chamada dizia que os líderes tinham “concordado com a importância do acordo para garantir a base conjunta Reino Unido-EUA em Diego Garcia, que continua a ser vital para os interesses de segurança partilhados”.

Os homens também concordaram que ambos os lados “continuariam a trabalhar em estreita colaboração na implementação do acordo”, acrescentou o comunicado.