O presidente dos EUA ameaçou repetidamente o uso da força militar para tomar a ilha do Ártico, que afirma correr o risco de cair nas mãos da Rússia e da China. Depois de se reunir com o vice-presidente dos EUA, JD Vance, e com o secretário de Estado, Marco Rubio, na Casa Branca, na quarta-feira, o ministro dos Negócios Estrangeiros dinamarquês disse que a Dinamarca e a Gronelândia “ainda têm um desacordo fundamental” com Washington.
O presidente francês, Emmanuel Macron, disse às forças armadas do país na quinta-feira que a França enviaria recursos terrestres, aéreos e navais para a Groenlândia nos próximos dias.
“A França e os europeus devem continuar, onde quer que os seus interesses sejam ameaçados, a estar presentes sem escalada, mas intransigentes no respeito pela soberania territorial”, disse ele.
O Reino Unido e a Noruega apoiam publicamente um esforço para criar uma missão da NATO denominada Arctic Sentry, que aumentaria a presença da aliança e tranquilizaria Trump sobre o compromisso da Europa com a segurança na região.




