Na segunda -feira, no entanto, a Reggia di Caserta cancelou o evento. A decisão ocorreu em meio a críticas crescentes de políticos italianos, MEPs e ativistas ucranianos e anti-kremlin, que condenaram o apoio bem documentado de Gergiev ao presidente russo Vladimir Putin.
“Ele não é apenas um condutor simples, como alguns continuam a reivindicar. Ele é um número totalmente embutido no regime criminal do Kremlin, ele é um peão desse regime, uma espécie de embaixadora pessoal de Putin no mundo do Partido Cultural da Cultura”, disse o membro do Parlamento do Parlamento Europeu, Pierno, membro do Centro de Itália.
“Esse cara não tem o direito de ter o pódio na Europa. Ele faz lobby para a guerra contra a Ucrânia”, disse Politico, vice -ministro da cultura da Ucrânia, ao Politico, acrescentando que Kiev considera Gergiev “culpado” no conflito.
Desde que foi removido do La Scala de Milão em 2022 por se recusar a se distanciar publicamente do Kremlin e denunciar a guerra de Moscou na Ucrânia, Gergiev se tornou um símbolo das linhas cada vez mais confusas entre a herança artística da Rússia e a propaganda patrocinada pelo Estado.
A Reggia di Caserta ainda não anunciou qual artista substituirá Gergiev no concerto originalmente planejado para o sábado.




