“Veja o que está acontecendo hoje na Moldávia. Veja o que está acontecendo no mundo”, explicou ela. “Está a tornar-se cada vez mais difícil para um país pequeno como a Moldávia sobreviver como democracia, como país soberano e, claro, resistir à Rússia.”
A Moldávia fez parte da Roménia de 1918 a 1940, quando foi anexada pela URSS, antes de declarar independência em 1991, após a queda da Cortina de Ferro.
Num referendo realizado em 2024, uma pequena maioria de moldavos – 50,4 por cento – votou a favor da adesão à UE, numa votação marcada pela interferência russa. Sandu foi reeleita como presidente numa votação paralela com cerca de 55 por cento dos votos, derrotando o seu adversário pró-Rússia.
Apesar de expressar o seu apoio pessoal, Sandu acrescentou que aceitava que a ideia de reunificação com a Roménia não fosse apoiada pela maioria na Moldávia – ao contrário da adesão à UE, que o país se candidatou em 2022, e que ela chamou de “objectivo mais realista”.
As sondagens mostram que cerca de dois terços dos moldavos se opõem à reunificação, enquanto o apoio é tradicionalmente mais elevado na Roménia.




