S. Paio de Oleiros celebrou 28 anos de vila

S. Paio de Oleiros celebrou 28 anos de vila

• João e Luís presentearam a assembleia com uma surpresa agradável.

 

As comemorações do 28.º aniversário da elevação de S. Paio de Oleiros a vila tiveram um início de cerimónia diferente — descontraído e com claros sinais da juventude de quem a dirige.

Feitas as apresentações e dadas as boas-vindas, ouviu-se “tudo o que eu te dou” de Pedro Abrunhosa e os Bandemónio — uma versão extremamente bem conseguida pelo vocalista Luís Rodrigues e o saxofonista João Arsénio. E, se pensarmos bem, a escolha da música foi perfeita, porque o refrão, por si só, foi o ponto de encontro de todos os discursos apresentados na cerimónia, que exaltaram o contributo dos oleirenses na modernização e desenvolvimento da freguesia. Afinal, “tudo o que eu te dou, tu me dás a mim”.

O primeiro discurso deste ato solene, pertenceu ao representante da CDU que quase transformou uma festa de aniversário num “desaniversário”, mas Cristina Pires, representante do PS, numa conversa bem entregue, fez questão de realçar que o discurso de hoje deverá ser “pela positiva” e as “trocas de palavras amargas ficam para os restantes dias do ano”. Cristina Pires enalteceu também o trabalho de todos os oleirenses e não terminou sem dar “os parabéns às gentes do passado e às gentes do presente” que tornaram este estatuto possível. 

Maximino Costa, presidente da junta de freguesia, sublinhou que S. Paio de Oleiros retomou o ciclo de obras interrompido com o falecimento repentino do vereador José Manuel Oliveira; que está a fervilhar com investimento privado que vai gerar mais postos de trabalho e deixou a promessa de “colocar o interesse dos oleirenses acima de tudo”.    

Emídio Sousa não resistiu em satisfazer algumas das questões levantadas pelo representante da CDU, as mais pertinentes duas e ambas relacionadas com as promessas feitas aquando do encerramento do hospital. 

O Presidente da Câmara sublinhou que no Serviço de Atendimento Permanente, SAP, a câmara cumpriu com o prometido e fez mais ainda — comprou o terreno e na demora da obra ofereceu-se para a realizar, mas a proposta não foi aceite e “continuamos à espera”. Quanto às instalações do hospital, Emídio Sousa afastou por completo qualquer possibilidade de se deslocar serviços do Hospital S. Sebastião, mas garantiu que tem propostas de “investidores privados e de gente séria” para avançar com um projeto na área da saúde, caso a contenda do tribunal seja favorável à fundação.     

Todos reforçaram os parabéns ao grupo de pessoas que tornaram o Cespovila possível. E, no âmbito das comemorações todos foram convidados a participar na Festa das Coletividades que decorrem de 21 a 23 de junho. Este ano e mais uma vez com um cartaz recheado, onde não faltam as tendinhas de comes e bebes.

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