De acordo com uma reportagem de quarta-feira do La Repubblica, um jornal diário, o pintor disse que já havia pintado o rosto na noite de terça-feira. “Era isso que o Vaticano queria”, disse Valentinetti à imprensa italiana. “Sim, é o rosto do primeiro-ministro”, confessou, “mas baseado na pintura anterior”. O POLITICO procurou o Vaticano para comentar, mas não recebeu resposta antes da publicação.
O Ministério da Cultura disse num comunicado na quarta-feira que, após o apagamento do rosto, o superintendente especial de Roma informou o reitor da basílica sobre as regras aplicáveis.
“Qualquer obra de restauro carece de pedido de autorização ao Fundo de Edifícios Religiosos do Ministério do Interior, proprietário do imóvel, bem como ao Vicariato e à Superintendência Especial de Roma, acompanhado de um esboço da imagem”, refere o comunicado.
Embora Meloni já tivesse rido da questão, observando “Eu definitivamente não pareço um anjo”, não ficou claro na quarta-feira como o líder de direita da Itália se sentiu ao ser apagado de forma tão sem cerimônia.
O POLITICO contatou o gabinete de Meloni, bem como o reitor da basílica, para comentar, mas não recebeu resposta imediata.




