Política

Os promotores europeus tornam a mega apreensão de bens chineses na Pireu

Dois oficiais da Alfândega foram acusados ​​por promotores europeus em Atenas por uma certificação falsa repetida, causando ganhos ilegais e prejudicando o orçamento da UE, incentivando a fraude aduaneira. Quatro corretores aduaneiros foram acusados ​​de fraudes alfandegárias repetidas e incitando a certificação falsa.

A investigação liderada por EPPO, chamada “Calypso”, direcionou redes criminais que gerenciava todo o circuito de mercadorias importadas da China para a UE, incluindo distribuição entre países membros, enquanto evitam tarefas alfandegárias e cometem fraudes de IVA em larga escala.

A investigação envolveu têxteis, sapatos, e-scooters, e-bikes e outros bens importados da China. Os recursos foram lavados e enviados de volta à China.

“Essas redes criminosas altamente organizadas se especializaram nesse tipo de fraude há anos”, disse a promotora chefe da Europa, Laura Codruța Kövesi, em comunicado.

“A Operação Calypso envia a estas criminosos uma mensagem clara: as regras mudaram e não há mais refúgios seguros. Agora, devemos transformar esse sucesso espetacular em trabalhos sistemáticos. Exigimos policiais, alfândega e investigadores de impostos dedicados e especializados em toda a zona EPPO”, acrescentou Kövesi.

Essas redes-controladas principalmente pelos cidadãos chineses, de acordo com o EPPO-também estão envolvidos na lavagem de dinheiro e no envio dos lucros para a China.