Após o não comparecimento de Kushner, Barrot disse numa entrevista na terça-feira que havia solicitado que o enviado americano fosse impedido de se reunir com membros do governo francês até que ele “respeite os costumes mais básicos da diplomacia e responda à convocação do Ministério das Relações Exteriores”.
Desde então, Kushner e Barrot “concordaram em reunir-se nos próximos dias para continuar a trabalhar no sentido de uma forte relação bilateral”, disse o funcionário próximo de Barrot.
O funcionário não respondeu à pergunta do POLITICO sobre por que Kushner, pai do genro e enviado diplomático do presidente dos EUA, Donald Trump, Jared Kushner, havia faltado à reunião. A Embaixada dos EUA na França não respondeu imediatamente aos pedidos de comentários.
Barrot disse durante a sua entrevista de terça-feira que o incidente com o activista foi puramente doméstico e que a França “não tinha lições a aprender, especialmente quando se trata de violência, das (forças) reacionárias internacionais”.
Durante o telefonema com Barrot, Kushner “expressou a sua vontade de não interferir no nosso debate público e reiterou a amizade entre a França e os Estados Unidos”, disse o responsável francês.
O incidente marca a segunda vez que Kushner é convocado pelo país anfitrião desde que se tornou embaixador. Anteriormente, ele foi chamado para responder por ter escrito no Wall Street Journal que a França não estava fazendo o suficiente para combater o anti-semitismo.




