Os seus comentários foram feitos depois de o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, ter proferido um discurso em Munique que abordou os temas Make America Great Again, destacando a herança comum da Europa e da América e os valores cristãos partilhados, e também sublinhou que os EUA ainda vêem os países europeus como aliados.
O Embaixador dos EUA na OTAN, Matthew Whitaker, um aliado próximo de Trump, também sublinhou numa entrevista ao POLITICO: “Os americanos não vão embora”.
Isto representou um contraste marcante com a hostilidade aberta em relação ao continente demonstrada no ano passado pelo vice-presidente dos EUA, JD Vance, quando apareceu no palco principal de Munique.
Mas Stubb observou que os comentários de Rubio sobre uma América que está a transferir o fardo da defesa convencional para a Europa, ao mesmo tempo que se concentra no Hemisfério Ocidental e na Ásia, não são assim tão diferentes dos de Vance.
“Acho que baixamos a temperatura na relação transatlântica”, disse Stubb, observando que conversou com Rubio cerca de meia hora após o discurso, acrescentando: “Respeitamos as escolhas soberanas dos países”.
Os comentários de Rubio mostraram uma ordem clara de prioridades para Washington, disse Stubb: “O número 1 é o Hemisfério Ocidental, o número 2 é o Indo-Pacífico e o número 3 é a Europa”.




