“Algumas estimativas de seu voto pessoal sugerem que ele poderia ter somado cerca de 20 pontos à parcela de votos trabalhistas em Gorton e Denton, e 5 pontos acima da intenção de voto trabalhista em todo o país”, como disse o analista do YouGov, Patrick English. “Ele precisaria de todo esse impulso pessoal para adiar a Reforma em Makerfield.”
A equipe de Farage promete investir dinheiro, ativistas e grande atenção nacional na disputa – e planeja que o líder passe muito tempo no terreno durante a campanha.
“É difícil ver os moradores locais pensando que o voto trabalhista tirará Starmer da saída”, disse um dos conselheiros de Farage. Porém, há evidências iniciais de que a mensagem será transmitida.
A Social Market Foundation tem examinado quadros de avisos online como parte da investigação sobre desinformação – e os seus analistas já têm captado conversas em grupos Makerfield sobre como estão potencialmente a eleger o próximo primeiro-ministro.
Haverá outras distrações também. Esta é uma eleição suplementar forçada pela renúncia de Josh Simons, que só foi eleito em Makerfield em 2024.
Ele não escondeu o fato de que agiu para abrir caminho para uma proposta de liderança de Burnham. Mas todos aqueles que conhecem Simons perguntam que tipo de acordo ele fez. Essa questão, bem como a razão pela qual Simons renunciou aos seus eleitores, será uma característica da campanha.




