O Parlamento pediu que os governos da UE reconhecessem o Estado da Palestina em vista de alcançar uma solução de dois estados e declarou que “condena fortemente a obstrução da ajuda humanitária a Gaza pelo governo israelense, que causou uma fome no norte de Gaza”.
A resolução também inclui uma demanda para realizar uma investigação sobre crimes de guerra e violações dos direitos humanos, “e para todos os responsáveis por serem responsabilizados”.
Os socialistas, liberais e verdes concordaram com o texto na terça-feira, mas o Partido Popular Europeu do Centro-Right-cujos votos eram essenciais para alcançar a maioria-se recusaram a assinar a redação.
Na quinta -feira de manhã, logo antes da votação, o EPP apoiou o texto depois de marcar concessões dos outros grupos. Eles conseguiram evitar o parlamento declarando a situação em Gaza como um “genocídio” e cortaram qualquer menção à situação em Gaza ser uma “fome feita pelo homem”.
O EPP também conseguiu excluir seções do texto que condenaram a Comissão e os governos da UE por falta de ação.
Como o principal diplomata da UE, Kaja Kallas, disse na terça -feira que os governos da UE não conseguiram criar uma estratégia conjunta sobre como pressionar Israel.




