As acusações foram retiradas no mês passado depois que o CPS disse que “o padrão probatório para o crime indiciado não é mais atendido”.
Escrevendo aos presidentes dos Comitês Seletos de Justiça e Casa dos Comuns, Parkinson disse que uma decisão da Suprema Corte de 2024 significava que um “inimigo” sob a Lei de Segredos Oficiais inclui “um país que representa, no momento do crime, uma ameaça à segurança nacional do Reino Unido”.
Apesar de receberem mais depoimentos de testemunhas à luz do julgamento, “nenhuma delas afirmou que, no momento do crime, a China representava uma ameaça à segurança nacional”.
Parkinson acrescentou: “No final de agosto de 2025, percebeu-se que esta evidência não seria disponibilizada”.
Embora o CPS normalmente não comente sobre os factores que levam ao colapso de um caso, Parkinson disse que “agora é capaz de fornecer mais informações para contextualizar a posição”, uma vez que “foram fornecidas instruções do governo comentando a situação probatória”.
Momento crucial
O primeiro-ministro Keir Starmer, antigo DPP, disse que qualquer prova deve basear-se na posição do governo anterior em relação à China, porque foi nessa altura que os crimes foram alegadamente cometidos.




