Desligue a Fox: o “walking dead” vai chegar a Santa Maria da Feira

Desligue a Fox: o “walking dead” vai chegar a Santa Maria da Feira

Desde “Evil dead 2” que sonho andar à paulada aos zombies

▌10 segundos depois estava tudo perdido | Imagem DF

Costumo dizer que só há dois tipos de pessoas no mundo: as que gostam de “Walking Dead” e as que gostam da “Dawn of the Dead” de George Romero – o pai dos “zombies modernos”.

Eu sou da fação “Dawn of the Dead”, não fosse uma das personagens principais um jornalista (se não conhece, deviria conhecer — clique AQUI) — é o meu género porque primeiro sou velho demais; segundo porque a série “walking dead” é uma telenovela com zombies (desculpem lá fãs da série). 

Mas, há um ponto onde estamos todos de acordo, nós fãs da série e dos clássicos, ansiamos o eminente Apocalipse zombie com alegria e expetativa — e nada nos alegra mais do que a visão gloriosa de andar pelas ruas de Santa Maria da Feira de ‘shotgun’ na mão a rebentar com os miolos das nossas entidades patronais atuais e passadas que, por azar dos azares, pertencem às hordas dos zombies. 

Até esta realidade chegar, temos, em Santa Maria da Feira, a melhor de todas as sugestões para viver um cenário apocalítico: a experiência “infected” – que cá “o je” vai usar como simulador de treino. 

A aventura decorre nos dias 31 de outubro e 1 de novembro, no Europarque, e os participantes vão percorrer a zona exterior em busca do antídoto para o vírus HTF2 e, no fim, salvar a humanidade, a pele e se possível a sua ou o seu ‘babe’.

Se não tens medo, vai valer a pena desligar a Fox e viver 50 minutos de ação apocalíptica. E, com um bocadinho de sorte, vai chegar ao final com a dúvida existencial se deveria ter feito mais para salvar os outros dos degustadores encefálicos.

Eu não tenho dúvidas — vou para salvar a pele, mas sem tossir — porque se tossires o que seja, já foste. 

Comer miolos ou fugir ao virús?

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O Tomás colabora com o Diário da Feira onde geralmente é-lhe pedido para escrever sobre uma variedade temas que mais ninguém quer escrever (ou saber), de acordo com ele próprio é um cronista cobarde, de qualidade inferior e indigno de representar a classe..
Tomás Santos-Morteiro
Ovelha Negra

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