“Não há tempo a perder: nosso país precisa sentir agora que as coisas estão melhorando”, disse Merz.
Para as empresas, porém, isso parece demorar muito. A pesquisa da IFO sugeriu que não apenas as empresas estavam menos felizes com seus negócios atuais, mas que as expectativas também haviam escurecido visivelmente.
“O declínio surpreendentemente acentuado … amortece as esperanças de uma rápida recuperação econômica”, disse o economista do Deutsche Bank, Robin Winkler, em nota aos clientes.
As notícias seguem os calcanhares de outra pesquisa de terça -feira: o índice de gerente de compras da S&P Global. Isso mostrou que o setor privado da Alemanha se expandindo no ritmo mais rápido em mais de um ano – mas lançou dúvidas sobre a sustentabilidade dessa recuperação, à medida que novas ordens caíram em serviços e manufatura.
Uma pesquisa representativa encomendada pela publicação irmã da Politico, The Aleman Tabloid Bild (também de propriedade de Axel Springer), mostrou quarta -feira que não apenas as empresas são cada vez mais pessimistas sobre as perspectivas econômicas do país.
Confiança na capacidade dos democratas e socialistas de devolver a economia alemã ao crescimento continua a cair. Enquanto 43 % acreditavam que esse era o caso em maio, em meados de setembro, esse número havia caído para apenas 28 %.




