Política

Netanyahu pede oficialmente perdão por acusações de corrupção

Netanyahu está no meio de um julgamento por corrupção paralisado por acusações de suborno, fraude e quebra de confiança, incluindo o recebimento de presentes extravagantes, entre eles charutos e champanhe.

O primeiro-ministro israelita foi indiciado em 2019, remontando algumas das investigações que deram origem às acusações a 2015.

Um dos “papéis mais importantes” do presidente israelense, segundo o site do escritório, é o poder legal de perdoar os infratores ou modificar suas sentenças.

O presidente dos EUA, Donald Trump, apelou repetidamente ao perdão de Netanyahu, inclusive recentemente em outubro. “Charutos e champanhe, quem se importa com isso?” Trump disse durante um discurso em Jerusalém, apelidando Netanyahu de “um dos maiores” líderes do tempo de guerra.

O caso foi adiado repetidas vezes devido a manobras legais de Netanyahu e dos seus advogados, bem como devido a preocupações diplomáticas e de segurança durante a guerra em Gaza.

Netanyahu insiste que é inocente, argumentando que os casos contra ele fazem parte de uma conspiração orquestrada de esquerda que visa derrubar um líder de direita eleito democraticamente.