“Acreditamos no poder unificador do desporto e no impacto global que uma Copa do Mundo de futebol pode ter. Nosso objetivo é fortalecer esta força positiva – e não evitá-la”, acrescentou.
Nas últimas duas semanas, os meios de comunicação e os políticos alemães debateram um potencial boicote ao evento desportivo, após as ameaças agora retiradas de Trump de impor tarifas aos países da UE que se opõem aos seus planos de anexar a Gronelândia.
A Copa do Mundo é um dos projetos de prestígio de Trump, e o presidente dos EUA mantém laços estreitos com Gianni Infantino, presidente da FIFA, órgão que governa o futebol mundial. Um boicote por parte de nações europeias de peso pesado prejudicaria o torneio.
Falando no Fórum Económico Mundial em Davos, no meio de tensões sobre a Gronelândia, Infantino procurou minimizar as divisões políticas, dizendo: “O mundo está parado porque o Campeonato do Mundo e o futebol têm realmente um impacto nas vidas, no humor das pessoas como (nada) mais.
Os apelos a um boicote politicamente motivado aos megaeventos desportivos não são novos. Antes do Campeonato do Mundo de 2022 no Qatar, os meios de comunicação e os políticos de vários países da UE debateram o boicote ao evento devido ao tratamento dado pelo país anfitrião aos trabalhadores migrantes.
A Alemanha ganhou a Copa do Mundo quatro vezes.




