Política

Moscou e Pequim teriam aplaudido a guerra comercial da UE-EUA, diz Von der Leyen

O pacto limita a maioria das tarifas dos EUA em produtos da UE em 15 %, inclusive em carros e produtos farmacêuticos, e esculpa isenções para genéricos e peças de aeronaves.

Os críticos, incluindo o ex-chefe da Organização Mundial do Comércio, Pascal Lamy, alertaram que o acordo corre o risco de minar a credibilidade da Europa como defensor do comércio baseado em regras.

Mas Von der Leyen insistiu que a UE havia garantido um resultado único: um único teto tarifário de 15 %, ao contrário das taxas em camadas de Washington se aplica a outros parceiros.

Ela também enfatizou que as regras de segurança alimentar, saúde e digital da UE permanecem intocadas e apontou para os esforços de Bruxelas para diversificar os laços comerciais, inclusive através de acordos com o México, o bloco sul -americano de países mergoss e um objetivo de conquistar um pacto com a Índia antes do fim do ano.

Von der Leyen ecoou o ex -chefe do Banco Central Europeu, Mario Draghi, que na sexta -feira chamou para derrubar barreiras internas do mercado, argumentando que fazem mais para mancar o crescimento do que qualquer tarifa estrangeira. “Se a Europa deseja desbloquear totalmente seu potencial, esse é o desafio mais urgente”, escreveu ela.