A interceptação da flotilha, que teve quatro deputados italianos da oposição a bordo, proporcionou uma nova oportunidade para os oponentes em casa influenciarem Meloni, antes das eleições em seis regiões italianas nos próximos dois meses, onde os candidatos de esquerda se comprometeram a colocar os direitos palestinos na votação.
Os protestos também estão aumentando. Em Nápoles, grupos pró-palestinos bloquearam a estação de trem; Em Roma, estima -se que 10.000 pessoas marcharam para os escritórios de Meloni antes de serem parados pela polícia. Outros protestos foram chamados para quinta e sexta -feira. O maior sindicato da Itália – CGIL – instantaneamente apresentou uma greve geral na sexta -feira após a convulsão de flotilha, e Stevedores em Genoa bloquearam os portões de acesso ao porto.
Marco, 30, fonoaudióteo de Roma, juntou -se à manifestação com sua irmã depois de ver um post nas mídias sociais, dizendo que “é importante mostrar solidariedade com Gaza e a flotilha e demonstrar nosso destacamento da posição vergonhosa do governo”.
Zoe, 29 anos, disse que estava protestando em Roma porque, embora “os governos estejam olhando em outro lugar, a sociedade civil está do lado da flotilha”.
Os líderes da oposição criticaram o governo na quinta -feira por não defender a Itália contra um ataque “ilegal” de Israel.
No Parlamento, Elly Schlein, líder do Partido Democrata de esquerda, perguntou por que Meloni não chamou “um ato de pirataria nas águas internacionais”.




