“Mas tirando este caso excecional, este serviço nacional é um serviço de voluntários que depois são selecionados para responder às necessidades das nossas forças armadas”, acrescentou.
Desde que a Rússia lançou a sua invasão em grande escala na Ucrânia, vários países europeus trouxeram de volta o serviço militar voluntário – e no caso da Letónia e da Croácia, obrigatório.
Há preocupações de que a Rússia possa estar pronta para atacar a NATO já em 2028, pelo que reforçar as forças armadas com falta de pessoal com pessoal treinado tornou-se uma prioridade fundamental para muitos aliados.
O novo regime voluntário de França, que está a ser elaborado há muito tempo, estará aberto principalmente a jovens de 18 e 19 anos. Será seletivo – escolhendo apenas os melhores candidatos – que se inspira nos países nórdicos, incluindo a Noruega, disse Macron. A meta é matricular 3.000 pessoas no próximo verão, 10.000 em 2030 e 50.000 em 2035.
O programa de formação de 10 meses será gerido integralmente pelo Ministério das Forças Armadas. O processo de seção começa em janeiro e os militares escolherão os candidatos mais motivados e que atendam aos requisitos. Os voluntários receberão uniforme, equipamento militar e compensação – embora Macron não tenha dito quanto receberiam.
Os voluntários só servirão em solo francês, sublinhou o presidente, respondendo às preocupações de que os jovens que participam no esquema possam ser enviados para o flanco oriental da NATO ou para a Ucrânia.




