Política

Macron: O papel da França no Médio Oriente permanece “puramente defensivo”, apesar da morte do soldado

Macron associou o ataque à guerra no Médio Oriente, mas recusou-se a atribuir culpa pelo assassinato. Em vez disso, disse que permaneceria “prudente”, esperaria para falar com o primeiro-ministro iraquiano e receberia mais detalhes das próprias forças armadas francesas.

O incidente, no entanto, ocorre no momento em que um grupo armado pró-iraniano chamado Ashab Al-Kahf anunciou na sexta-feira que teria como alvo “todos os interesses franceses no Iraque e na região”, segundo relatos da mídia francesa.

Em meio às crescentes tensões na região, Macron disse que a França permaneceria “calma, serena e determinada” e continuaria “a ser confiável com os nossos aliados, proteger os nossos cidadãos e defender os nossos interesses e a nossa segurança”.

O presidente francês também classificou o ataque como “inaceitável”, acrescentando que os soldados estavam no Iraque como parte de um esforço contínuo contra o grupo Estado Islâmico.

Macron disse na semana passada que o porta-aviões Charles de Gaulle estava sendo enviado ao Mediterrâneo junto com caças e sistemas de defesa aérea para proteger os interesses franceses no Oriente Médio.