A Rússia tem aumentado os esforços para influenciar o Moldavanos que vivem no exterior em toda a Europa, compartilhando desinformação e notícias falsas, disse o Politico, chefe de segurança nacional do país, Stanislav Secrieru, no mês passado.
A eleição presidencial da Moldávia no ano passado, na qual a líder liberal do país Maia Sandu ganhou a reeleição, foi marcada por alegações de interferência russa. Moscou também teve como alvo um referendo simultâneo sobre o país que ingressou na UE, no qual os moldavos votaram “sim” por uma margem estreita.
Em julho, Sandu alertou contra a “intromissão sem precedentes das eleições” antes das eleições de setembro.
“A Federação Russa quer controlar a República da Moldávia a partir do outono”, disse ela.
Os países europeus estão pensando em abrir um primeiro “cluster de negociação” para a Moldávia – um passo legal importante no caminho para os membros da União Europeia – no início do próximo mês após uma reunião de ministros da UE, segundo três diplomatas e um funcionário da UE.
Esse movimento poderia enviar um sinal para os eleitores pró-UE na Moldávia, mas corre o risco de irritar a Ucrânia, cuja tentativa de se juntar ao bloco permanece bloqueada pela Hungria. As ofertas de membros da UE de ambos os países se mudaram em paralelo desde que receberam uma luz verde inicial do Conselho Europeu em 2023.




