Lourosa e Fiães: identificadas duas empresas responsáveis por descargas ilegais

Lourosa e Fiães: identificadas empresas responsáveis por descargas ilegais

As empresas foram alvo de uma fiscalização por parte dos militares da GNR 

▌A GNR disponibliza a linha 808 200 520 para denúncia de infrações ambientais

GNR identifica duas empresas — uma em Lourosa, outra em Fiaes — responsáveis por descarga ilegal de águas residuais no solo e em águas pluviais. As coimas podem atingir o valor de 24 mil euros.
 
Ontem, dia 28 de novembro, o Núcleo de Proteção Ambiental de Santa Maria da Feira, em colaboração com a Agência Portuguesa do Ambiente, identificou a origem de descargas ilegais de águas residuais industriais diretamente para o solo, nas freguesias de Lourosa e Fiães. 
 
O Diário Feira apurou que a investigação chegou no seguimento de várias denúncias relativas a descargas poluentes — no solo e na rede pública de águas pluviais — os militares desenvolveram diligências que permitiram identificar os locais das rejeições e as empresas produtoras de águas residuais industriais.

No seguimento das diligências, as empresas identificadas foram alvo de uma fiscalização, que permitiu apurar que as descargas ilícitas eram realizadas recorrentemente.

Elaborados os respetivos autos de contraordenação, a GNR explica que a coima pode atingir os 24 mil euros.

Em nota enviada, a Guarda Nacional Republicana, diz-se “consciente da importância dos recursos hídricos na qualidade de vida das populações”, por isso disponibiliza a Linha SOS Ambiente e Território (808 200 520) com um funcionamento permanente. A linha é “uma ferramenta de sucesso ao serviço do cidadão, quer na denúncia das infrações ambientais ou no esclarecimento de dúvidas ambientais”.

Um exemplo de cidadania

 

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No dia 22 de novembro, um cidadão atento deparou-se com aquela que deverá ser, uma das descargas  — na sua página pessoal lê-se “hoje, circulando nas ruas de Fiães, deparo-me uma vez mais com uma descarga poluente na via/rede pública de águas pluviais. Desta vez, foi na rua dos 4 Caminhos. 

 

“Suspeitando que não teria havido nenhuma festa da espuma, parei para perceber o que se passava e recolher algumas fotos. Entretanto, chegou uma patrulha da GNR, que testemunhando o flagrante, procedeu à investigação e identificação do suspeito.

Verificou-se que a origem estaria numa instalação corticeira, ao lado do shopping Sanguedo. Entraram (a GNR) nas instalações da empresa e durante algum tempo procederam, suponho, às necessárias investigações.

Entretanto, chegou também uma patrulha do SEPNA, respondendo a uma outra participação deste mesmo incidente. Ficou confirmada a origem da descarga.

Aguardemos o processo. Ressalvar apenas a rápida intervenção da GNR que permitiu o testemunho do flagrante e facilitou assim a identificação do alegado poluidor e as participações dos habitantes às autoridades, num ato de cidadania e consciência ambiental — porque o Ambiente é de todos”.

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