Lourosa: Reviravolta de sonho dá asas ao sonho da liderança

Lourosa: Reviravolta dos Leões dá asas ao sonho da liderança

▌Lourosa voou do pesadelo ao sonho em sete minutos

Texto: A. Ferreira | Fotos: Ventura Santos

Prova provada que os golos são o sal e a pimenta do futebol — a partir do primeiro golo a história do jogo mudou, deixou de ser tudo “maciinho para ser tudo rasgadinho”.

Lourosa – 2

Amarante – 1

Campeonato Portugal | Estádio do Lusitânia de Lourosa FC

Árbitro: Pedro Ferreira | Árbitros Assistentes: José Pereira e Nuno Freitas

Ao intervalo: 2 – 1

Lourosa: Wilson, Gil Dias, Ministro (Paulo Torres, 71′), Diogo Cunha (Hélder Castro, 90’+2′), Vitinha, Jaime Poulson, Paulo Grilo, Henrique, Serginho, Léo e Júlio Alves (Dinis,81′)Suplentes: Leonardo, Luís Dias, Carvalho, Paulo Tavares, Hélder Castro, Dinis e Danilo. Treinador: Rui Quinta Golos: Diogo Cunha, 41′ e Júlio Alves, 43′.

Amarante FC: Carlos, Simão, Pacheco Piquet; Romeu, Mané, Alex Silva (Marquinhos, 23′), Ricky, Sampaio, Chiquinho (Lamelas, 80′) e Cissé (Batista, 92′) Suplentes: Nico, Carlos, Dani, Tiago Silva, Batista, Marquinhos e Lamelas. Treinador: Pedro Reis Golos: Mané, 40′.

Primeiros 15′ minutos de parada e resposta com ambas as equipas a chegar à baliza adversária sem perigo. O primeiro sinal de perigo chegou na execução de um remate de Júlio Alves com boa defesa de Carlos — o jogo avançava, mas sempre macio. O Amarante sem grande custo contrariava as investidas do Lourosa, que continuava muito lento e só a espaços mostrava a juba do leão.

À meia hora, Jaime Poulson, teve tudo para fazer golo — recebe um centro vindo da esquerda, mas em vez de cabecear à primeira, mata no peito, dando tempo ao adversário para o desarme.

▌Júlio Alves tenta roubar o esférico ao atleta alvinegro

Aos 38′ minutos, Carlos efetua a defesa da tarde, enviando ainda a bola ao poste que na recarga aparece no fundo da baliza — os festejos acabam depressa através de um fora de jogo.  

O Amarante sempre que podia, chegava à grande área adversária — numa dessas vezes, Mané que já tinha deixado o aviso, faz o 0 – 1, num contra-ataque rápido e depois de Wilson não ter segurado o primeiro remate. Balde de água fria para o Lourosa que picado vai para a frente e no minuto seguinte faz o golo do empate pelo capitão Diogo Cunha após o túnel a Carlos.

▌Mané, do Amarante foi alma de muitas batalhas no meio campo

Aos 45′ minutos num canto à direita do ataque do Lusitânia a bola atravessa a baliza, e Júlio Alves aparece a encostar, fazendo assim o 2 – 1 com que se chegou ao intervalo.

Na segunda parte, ambas as equipas entraram com intenção de dominar, mas o Lourosa não permitia que o adversário saísse com a bola controlada — por certo houve conversa no balneário. O Lourosa acertou as marcações, mandava no jogo e controlava as veleidades do adversário.

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As substituições deram à equipa de Pedro Reis alguma frescura que pelo 80′ minutos pareciam deixar crer que perdido por um perdido por dois, o Amarante aventurava-se mais um pouco na frente, mas sem afligir os homens da casa que aproveitando este ligeiro adiantamento do adversário ganhavam espaço para o contra-ataque, do qual não tiraram partido por manifesta ineficácia dos seus avançados.

E assim se esgotaram os 90’+3′ minutos de jogo, com vitória merecida por parte do Lusitânia de Lourosa e o Amarante a deixar a ideia que a sua classificação é enganadora.  

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