“O retrocesso democrático da Geórgia terá um custo (a)”, disse o principal diplomata da UE Kaja Kallas na terça -feira.
Kobakhidze, no entanto, disse à mídia que viagens sem visto para a Europa não é “existencial” para seu país e mais uma vez defendeu a lei dos agentes estrangeiros, alegando que era necessário defender a “paz e estabilidade” da Geórgia contra a influência estrangeira.
O primeiro-ministro acrescentou que acredita que o regime livre de vistos não será suspenso.
A UE já refletiu os funcionários sancionadores responsáveis pela repressão à oposição, mas isso exigiria unanimidade entre os países membros – e o sonho georgiano dominante tem aliados na Hungria e na Eslováquia.
A suspender de viagens sem visto, no entanto, exigiria apenas uma maioria de votos qualificados.
Em janeiro, o conselho já suspendeu viagens sem visto para diplomatas e funcionários da Geórgia.




