Equipa especial do Ministério Público investiga Feirense – Rio Ave de 2017

Equipa especial do DCIAP investiga Feirense – Rio Ave de 2017

▌Só um indivíduo apostou 50.000€ no jogo "Placard" para o Feirense vs Rio Ave | Foto: Ventura Santos

O encontro Feirense Rio Ave de 2017 regressou esta manhã às páginas da imprensa nacional e à luz do despacho de acusação ao hacker Rui Pinto — confirmando que as suspeitas de corrupção recaem sobre os jogadores. 
 
Esta manhã, o Jornal de Notícias refere que o despacho de acusação do hacker Rui Pinto divulga um total de 12 inquéritos entregues a uma equipa especial de procuradores do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP). Segundo a mesma fonte, a equipa foi criada em abril de 2018 para investigar crimes relacionados com o futebol português; é constituída por duas procuradoras e uma procuradora-adjunta e tem como objetivo coordenar e fiscalizar a investigação — a este inquérito já se juntaram outras investigações autónomas. 
 
De acordo com o mesmo jornal, dos 12 inquéritos, sete casos pertencem à comarca de Lisboa, dois à comarca do Porto, um a Braga, outro a Coimbra e um de Santa Maria da Feira — neste caso relativo ao encontro Feirense Rio Ave de 2017, em que as suspeitas de corrupção recaem sobre os jogadores do Rio Ave que terão sido aliciados a perder.
 
Este jogo, na altura, terminou com a vitória da equipa da casa por 2 a 1. Clique AQUI para ver o resumo do Zero Zero.

Placard suspendeu dois jogos do Feirense

 
Em 2017 a suspensão do jogo Feirense Rio Ave pelo departamento de jogos da  Santa Casa mereceu a atenção do Ministério Público que avançou com um inquérito ao caso.
 
No espaço de quatro meses, entre fevereiro e maio de 2017, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa suspendeu por duas vezes as aposto no Placard relativas a dois jogos do Feirense — o primeiro em fevereiro no jogo Feirense Rio Ave, onde, por exemplo, houve um jogador a apostar 50.000€ e o valor total das apostas neste jogo superou o meio milhão de euros; o segundo jogo suspenso aconteceu em maio no Paços de Ferreira – Feirense.
 

No primeiro jogo a suspensão das apostas mereceu um esclarecimento de Santana Lopes, na altura o provedor da Santa Casa, que atribuiu responsabilidades ao grande fluxo de apostas concentradas em apenas um prognóstico do jogo — “cada jogo tem três prognósticos no ‘Placard’, quando há um excesso de concentração de apostas, num prognóstico ou num jogo, num curto espaço de tempo, soam as campainhas de alarme”, explicou.

No segundo encontro, que colocou frente a frente Paços de Ferreira e Feirense, o departamento de jogos não apresentou justificação, retirou o jogo das lisas de apostas e procedeu à anulação de todas as apostas registadas até ao momento de suspensão. Em comunicado, a Santa Casa informou que cumpriu o disposto no regulamento do Placard.

 

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