Os médicos de caridade humanitária sem fronteiras (MSF) suspenderam seus serviços na cidade de Gaza na sexta -feira, depois que as forças israelenses cercaram suas clínicas. Existem centenas de milhares presos na cidade, disse MSF.
Até agora, Israel desafiou a pressão para acabar com o conflito, com um número crescente de estados reconhecendo um estado palestino. Dirigindo -se à ONU depois de uma paralisação em massa de diplomatas na sexta -feira, Netanyahu disse que as forças de Israel “ainda não foram feitas”, prometendo remanescentes claros do grupo militante do Hamas do território.
Seu discurso fez um tom marcadamente diferente do de seu aliado, o presidente dos EUA, Donald Trump, que disse na sexta -feira que um acordo para acabar com a campanha de Israel era “muito próximo”. As conversas entre as partes pararam depois que Israel bombardeou a liderança do Hamas em Doha.
Em seu discurso à ONU nesta semana, o Catar emir Tamim bin Hamad Al Thani chamou a greve de Israel em Doha de “ataque traiçoeiro” que “mina quaisquer esforços diplomáticos que visam acabar com o genocídio contra o povo em Gaza.
Falando em um protesto na cidade de Nova York na sexta -feira, o presidente colombiano Gustavo Petro pediu uma força global para aplicar o direito internacional em Gaza e instou os soldados dos EUA a “desobedecer” Trump. O Departamento de Estado dos EUA disse que cancelaria o visto de Petro sobre suas ações “incendiárias”.




