Long é um ex-congressista republicano do Missouri que Trump nomeou para se tornar o novo enviado dos EUA à Islândia, substituindo Carrin Patman. Na sequência dos comentários de Long, os islandeses lançaram uma petição instando a ministra dos Negócios Estrangeiros, Katrín Gunnarsdóttir, a rejeitá-lo como embaixador. Atualmente possui 2.000 assinaturas.
“Estas palavras de Billy Long, que Donald Trump nomeou como embaixador na Islândia, podem ter sido ditas em termos tímidos, mas são um insulto à Islândia e aos islandeses, que tiveram de lutar pela sua liberdade e sempre foram amigos dos Estados Unidos”, diz a petição.
“Queremos que Þorgerður Katrín (Gunnarsdóttir) rejeite Billy Long como embaixador na Islândia e peça aos Estados Unidos que nomeiem outro homem, que mostre mais respeito à Islândia e aos islandeses”, acrescenta.
A piada de Long caiu de forma estranha no meio de tensões diplomáticas sobre a Gronelândia, um território dinamarquês autónomo que Trump está a ameaçar tomar – potencialmente usando força militar – alegando que os EUA “precisam da Gronelândia para a segurança nacional”.
Os líderes europeus apoiam os groenlandeses – que têm afirmado repetidamente que não querem ser americanos – e procuram um acordo para evitar um potencial conflito que a Dinamarca enviaria e que poria fim à aliança transatlântica da NATO.




