Suspeitos de onda de assaltos detidos no Porto após perseguição automóvel

Suspeitos da onda de assaltos detidos no Porto após perseguição automóvel 

O condutor do veículo, um homem de 37 anos, natural de Rio Meão

▌A polícia de investigação criminal recolheu rastos de sangue e impressões digitais na Papelaria Silva

Tudo aponta para que haja uma ligação entre o despiste da madruga de hoje, na Praça da República, no Porto e a onda de assaltos a três freguesias do concelho da Feira — um dos detidos é um homem de 37 anos, natural de Rio Meão.
 
A Polícia Judiciária prepara-se para estabelecer uma ligação entre a perseguição, seguida de despiste, que ocorreu pelas 6h00 da manhã de hoje na Praça da República, no Porto. Os suspeitos são dois homens e uma mulher — um dos detidos é um homem de 37 anos, natural de Rio Meão; outro de 26 anos e a mulher de 49 anos. 
  
Segundo informações avançadas pelo Jornal de Notícias, tudo começou quando o automóvel que transportava os três suspeitos, infringiu um sinal vermelho na Rua de Antero de Quental, em direção à Rua da Constituição. Segundo uma testemunha no local “o carro passou o vermelho e a polícia foi atrás dele, em perseguição” — o veículo suspeito circulou depois em contramão, pela rua da Constituição.
 
Já perto do hipermercado Pingo Doce o veículo suspeito embateu contra um poste e ficou bloqueado; dois dos ocupantes, um homem e uma mulher, foram transportados para o hospital de S. António pelo INEM, mas sem ferimentos graves.   
 
Ainda no local os militares suspeitaram que se tratava de um veículo furtado — o carro não tinha a chave na ignição e tinha as mesma características do veículo avistado na onda de assaltos que ocorreu horas antes no concelho de Santa Maria da Feira. No seguimento das investigações os militares apuraram que se tratava de um veículo furtado em S. Félix da Marinha, durante a noite; o condutor foi preso enquanto recebia cuidados hospitalares, vindo a saber-se que se tratava de um homem de 37 anos, natural de Rio Meão. 
 
O Diário da Feira apurou que na Papelaria Silva, em Santa Maria de Lamas, o trio deixou para trás um rasto de sangue, que mereceu a atenção das autoridades — foi pedido ao proprietário do local que preservasse a área até à chegada da polícia de investigação criminal. Fontes no local confirmaram que foram retiradas impressões digitais e rastos de sangue.   

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