Gil Ferreira: “Frequentem o Imaginarius Infantil em família”

Gil Ferreira: “Frequentem o Imaginarius Infantil em família”

As propostas do vereador da cultura para a sua família

A 19ª edição do Festival Imaginarius está aí com eventos para todas as idades. Um evento onde espírito festivo é intensificado pela música e os palcos vivos espalhados pelas ruas da cidade e as crianças não terão a oportunidade de ficar entediadas. 

O Imaginarius é o mais alto momento de celebração cultural e artística do concelho e esta edição pretende ser, um festival ainda mais plural, aberto e universal, apostando na disponibilização de ferramentas de apoio às acessibilidades com língua gestual portuguesa, audio descrição, braille, plataformas de visibilidade, entre outras. 

As propostas de Gil Ferreira para a sua família

 

• NAS ALTURAS | OFICINA DE ARTES DE CIRCO – AÉREOS SALTO 

 International Circus School 

“Superar desafios, ultrapassar receios, conquistar o “impossível”. Uma oficina que propõe um circuito de experimentação de técnicas de circo, adaptadas ao contexto contemporâneo e a uma faixa etária infantil. Cinco desafios, cinco oportunidades, num espaço comum. Um teste à capacidade de superação e à descoberta. Para esta oficina, aberta ao público, serão também convidados a participar alunos dos nove Agrupamentos de Escolas do concelho de Santa Maria da Feira. De 24 a 25 de maio, das 14h00 às 19h00, uma proposta destinada à sua faixa etária”.

 

 

  VIAGEM DE MEMÓRIAS

Daniel Padrão

“A entrada num autocarro certamente permite um percurso. E se essa viagem fosse feita através de histórias e de sons, das memórias que compõem um território e percorressem espaços que mantemos junto ao nosso coração? Este espetáculo pretende ser colaborativo: um músico, uma contadora de histórias e todos os passageiros que tiverem a ousadia de embarcarem nesta narrativa sonora”. Nos dias 24 e 25 de maio às 14h15, 14h50, 15h50, 16h50,  17h45 e 18h30 no Rossio.

 

 

 CÃES DE RUA 

Sérgio Conceição

“Cães de Rua é uma criação interdisciplinar – teatro, dança e acrobacia aérea –, que nos transporta para a odisseia de um homem embriagado pela vida de rua. Contempla uma minoria depreciada da sociedade: o desamparo ao próximo. Dita a importância da transmutação da nossa consciência em relação ao outro, diagnosticando a exterminação da hierarquia humana em que vivemos. É, fundamentalmente, uma abordagem direta àquilo que mais tememos a seguir à morte: a sobrevivência!” Dias 24 e 25 de maio, 23h00 no Rossio, um espetáculo com audiodescrição. 

 

 REENCONTRO II 

Jeanneth Vieira

 

“Reencontro (II) é um projeto artístico comunitário, elaborado pela artista Jeanneth Vieira, que partilha experiências de vida de elementos da comunidade, sob a forma teatral e de vídeo-documentário. Relatos de memórias individuais, em torno da temática do Amor, que marcam diferentes gerações, tornando-as em memórias coletivas de Santa Maria da Feira. Contudo, nem todas as histórias têm um final feliz. O projeto dá voz a testemunhos de pessoas que sofreram de violência no amor e incentiva ao princípio da não agressão física e psicológica nos relacionamentos” Uma criação Imaginarius, com estreia absoluta. Não perca dia 25 de maio, pelas 21h00, nos claustros do Convento dos Lóios, com interpretação em linguagem gestual portuguesa.

 

 

 HOJAS AL VIENTO CIA. 

Clown Poético 

“Splinky é um homem pequeno, um prisioneiro do demónio da solidão, que lida com a sua tristeza, agarrando-se às memórias do passado, recolhidas de um baú enorme. Vive na ilusão de que o seu antigo amor continua a existir e todos os dias está mais apaixonado por um monte de coisas velhas, sem vida. Sírio é o seu anjo da guarda, uma perita ouvinte, com asas em forma de orelha. Tão rápido quanto possível, o anjo da guarda vai trazer o nosso palhaço para viver no presente que, com uma realização profunda, será capaz de dizer adeus ao seu passado, transformar e embarcar numa nova vida”. Uma estreia nacional a não perder.

 

 CAÇA TEXTURAS

Miguel Horta

“À procura de texturas e sinais que se encontram no chão e nas paredes da cidade, um pouco por todo o lado, como se fizéssemos aparecer a imagem de uma moeda num papel, riscando com um lápis. Munidos de grandes folhas de papel e barras de grafite, os participantes partem à procura de texturas pelas ruas, jardins e praças da cidade. Tampas em ferro dos telefones, água e esgotos, baixos-relevos de motivos variados ou texturas naturais. E, porque não montar uma exposição? Procurar uma cidade invisível que passa por debaixo dos nossos passos apressados. Conhecer a origem de cada descoberta feita pelas ruas, desvendando a história dos lugares”. 

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