Celui-ci cita explicitamente a circular, assinada por Sébastien Lecornu, instaurando uma moratória sobre as despesas de comunicação do Estado e seus operadores neste ano – abrindo também a voz para uma redução de 20% em 2026.
Sylvain Waserman antecipa também uma diminuição do tempo gasto em Ademe no quadro do projeto de lei de finanças, durante todo o curso de discussão no Parlamento.
“Estas evoluções conduisent à remetre en cause le besoin sur lequel reposit la procédure de consult. Dans ces conditions, je renonce à la passation du marché”, preciso-t-il.
A circular do primeiro-ministro não é juridicamente contrária aos operadores, pois os estabelecimentos públicos de caráter industrial e comercial, além de atores do dossiê, jugent a escolha do presidente da Ademe guiada pelas considerações políticas.
Se um comunicador de uma grande agência, “em teoria, ele pode manter o mercado, mas politicamente é complicado, ele deve se desestruturar”.
Um manifesto de mensagem já integrado por Waserman, que foi publicado no LinkedIn, uma carta aberta endereçada a aqueles que reivindicam a supressão de Ademe.




