Marine Tondelier, líder dos verdes franceses, escreveu uma carta aberta endereçada ao presidente Emmanuel Macron, enfatizando que a França não poderia ser “cúmplice, nem indiretamente, de políticas retrógradas, nem pode tolerar que os recursos médicos vitais sejam destruídos quando eles podem salvar vidas, impedir gravidez indesejada e contribuir para maior autônoma autônoma.”
Em uma resposta por escrito enviada ao Politico, um funcionário diplomático francês disse que Paris “continuaria monitorando a situação” e os esforços da Bélgica para “encontrar uma solução para impedir a destruição de contraceptivos, para que possam alcançar as mulheres e homens que precisam delas e os aguardam em todo o mundo”.
O ministro de Relações Exteriores da Bélgica, Maxime Prévot, disse ao AFP Newswire que seu governo havia “iniciado conversas diplomáticas com a Embaixada dos EUA em Bruxelas” e atualmente está “explorando todas as avenidas possíveis para impedir a destruição desses produtos, incluindo soluções temporárias de realocação”.
Um porta -voz da Comissão Europeia disse que “tomou nota da carta (de Camara) e reconheceu as preocupações levantadas”.
O porta -voz também sublinhou que ONGs e organizações internacionais, incluindo o Fundo das Nações Unidas para População (UNFPA) e as escolhas reprodutivas do MSI, fizeram uma oferta aos EUA para pegar os contraceptivos, “embora sem resultado até agora”.
A pressão tem aumentado nas últimas duas semanas, com sociedades civis e organizações internacionais condenando a decisão como “não convidável”.




