De acordo com a lei francesa, os cidadãos não trabalhadores provenientes de fora da UE que tenham um visto de longa duração e possam provar que possuem pensões ou rendimentos de capital suficientes (mais de 23 000 euros anuais), bem como cidadãos privados seguro de saúde pode, após três meses, obter um carta vitalo que lhes dá acesso gratuito aos cuidados de saúde públicos.
Nessa altura, podem anular o seu anterior seguro de saúde privado e beneficiar do seguro francês. Tornou-se uma escolha popular para aposentados dos EUA nos últimos anos.
Mas a maioria dos legisladores franceses quer pôr fim a esta situação e obrigá-los a pagar uma contribuição mínima.
Essa ideia já foi aprovada em dois ramos do parlamento este mês durante as discussões orçamentais, e poderá ver a luz já no próximo ano, uma vez que o governo também a apoiou.
Gernigon disse que mesmo os expatriados dos EUA lhe disseram que não consideram a situação atual normal e que estão prontos para contribuir mais.
De acordo com a última versão da proposta, modificada pelo Senado francês, apenas os cidadãos não pertencentes à UE que não paguem impostos ou contribuam para outros programas de assistência social em França seriam obrigados a pagar a nova contribuição mínima.




