Kiev enfrenta uma crise iminente de liquidez e, embora grande parte da União Europeia queira ajudar a Ucrânia, alavancando 140 mil milhões de euros em activos russos congelados, os Estados-membros têm-se revelado incapazes de chegar a um acordo.
Macron, no entanto, disse acreditar que existe um caminho a seguir que não entrará em conflito com o direito internacional.
O acordo Rafale em tempos normais constituiria uma vitória política para Zelenskyy, mas o presidente ucraniano ainda está a resistir às consequências de um enorme escândalo de corrupção que viu os seus associados mais próximos serem acusados de cortejar 100 milhões de dólares em propinas no sector da energia.
Zelenskyy anunciou uma revisão do sector energético do país no fim de semana, prometendo uma auditoria completa e uma nova gestão das empresas estatais. Ele disse na conferência de imprensa de segunda-feira que a Ucrânia não está a fazer o suficiente para combater a fraude pública e deve continuar a fazer mais.
Quando questionado sobre o escândalo, Macron disse que “confia no Presidente Zelenskyy” para fazer reformas e lutar contra a corrupção.
Esta história foi atualizada.
Veronika Melkozerova contribuiu para este relatório.




