Final do Há Festa na Aldeia veio com uma prenda para o Carvoeiro

Final do Há Festa na Aldeia veio com uma prenda para o Carvoeiro

Porto Carvoeiro: o lugar onde muitos canedenses aprenderam a nadar 

▌Município prepara-se para "fazer justiça ao povo de Carvoeiro"

Com o final do Há Festa da Aldeia veio também uma surpresa para a freguesia — um porto para o Porto Carvoeiro.
 
Na 7.ª edição, o Há Festa na Aldeia promoveu, uma vez mais, o encontro entre a simplicidade das vivências de uma aldeia, com a diversidade e riqueza cultural da região — dois dias com propostas artísticas inovadoras, ao ar livre e de entrada gratuita que atraíram centenas de pessoas e devolveram ao Porto Carvoeiro a nostalgia de outros tempos.
 
 
Domingo e no último dia do programa, entre as propostas culturais que trouxeram a tradição popular ao Carvoeiro, o ponto alto foi a recriação histórica dos caminhos de Santiago. De Lobão até ao Porto Carvoeiro, todos trajados a rigor, o Rancho Folclórico S. Tiago de Lobão, percorreu cerca de 10 km, em duas hora e meia – um esforço conjunto que mereceu o agradecimento da organização: Adritem, União da Junta de Freguesia e Câmara Municipal. 

▌Teresa Pouzada - Adritem
Teresa Pouzada, coordenadora da Adritem, empresa responsável pelo Há Festa na Aldeia, abriu as cerimónias de encerramento, felicitando em primeiro lugar o trabalho dos que tornam a festa possível — “entre mercadores, associações e músicos, são muitas as entidades envolvidas”. Se hoje, o Há Festa na Aldeia, no Porto Carvoeiro, é “uma aposta ganha”, Teresa Pouzada recordou que o mesmo já teve os dias contados; valeu a tenacidade da autarquia e da junta de freguesia que ao acrescentarem qualidade ao evento, conseguiram devolver a glória do Porto Carvoeiro.
▌Paulo Oliveira - Presidente da União de freguesias de Canedo, Vale e Vila Maior
Paulo Oliveira, presidente da União de Freguesia de Canedo, Vale e Vila Maior, fez um discurso alargado de agradecimentos, lembrando que o Há Festa na Aldeia é uma festa de muitas pessoas e muito trabalho, no entanto, o presidente salientou o maior de todos os propósitos: “dar a conhecer o Porto Carvoeiro”, porque ainda há quem não saiba que o concelho da Feira faz fronteira com o Rio Douro.  
▌Vitor Marques Vereador C.M. Feira
Durante a tarde de domingo, o vereador Vítor Marques que substituiu Emídio Sousa, presidente da câmara municipal, não escondeu o sorriso de um filho da terra que a vê crescer e recuperar toda uma envolvência que dá nova vida ao Porto Carvoeiro — não fosse este, o lugar onde muitos ou quase todos os canedenses aprenderam a nadar. 
 
O vereador foi muito simples e curto; falou de um único objetivo: “recolocar o Carvoeiro no mapa”. Vítor Marques lembrou que aquando da construção da barragem não foram acautelados os interesses deste lugar e há agora que “fazer justiça ao povo de Carvoeiro”. O projeto já é uma ambição com mais de uma década que deverá vir a público no decorrer da próxima semana e o vereador explica que “será um equipamento do concelho”, que vai resgatar a dinâmica de um lugar muito peculiar que passa despercebido na freguesia de Canedo. 

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