O outro líder nacional do partido, Tino Chrupalla, disse que os políticos do partido nada fizeram para violar a lei alemã, mas reconheceu, no entanto, que a prática de empregar familiares deixou um “gosto mau” na boca dos eleitores.
Poucos dias depois, porém, ele admitiu num post no X que emprega a esposa de um parlamentar estadual da AfD.
‘Notícias falsas’
Um dos políticos mais proeminentes da AfD implicado nas acusações de nepotismo é Ulrich Siegmund, o principal candidato do partido na Saxónia-Anhalt, onde está em primeiro lugar nas sondagens, com cerca de 40 por cento.
É aqui que os líderes da AfD esperam assumir o verdadeiro poder de governo pela primeira vez desde que o partido foi fundado em 2013. O seu objectivo é obter uma vitória por maioria absoluta nas eleições marcadas para 6 de Setembro.
O pai de Siegmund ganha cerca de 92 mil euros por ano como funcionário do legislador nacional da AfD, Thomas Korell, de acordo com a investigação da televisão pública em que as acusações surgiram pela primeira vez. Korell também emprega ambos os pais de outro legislador da AfD da Saxônia-Anhalt, de acordo com o relatório.
O gabinete de Korell recusou-se a responder às perguntas do POLITICO sobre o emprego de familiares, citando regulamentos de privacidade.




