Líderes como o presidente francês Emmanuel Macron, o chanceler alemão Friedrich Merz e o primeiro-ministro britânico Keir Starmer reuniram-se com enviados americanos e com o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy em Paris para firmar um plano para fornecer à Ucrânia garantias de segurança robustas, com o apoio de Washington.
Os EUA e os europeus desempenharão um “papel vital e estreitamente coordenado” no fornecimento de garantias de segurança, de acordo com o projecto de declaração.
“Acolhendo com satisfação a confirmação de que os Estados Unidos estão prontos para desempenhar um papel decisivo para participar na segurança futura da Ucrânia, estamos prontos para nos comprometermos com um sistema de garantias política e juridicamente vinculativas”, diz o documento.
Papel dos EUA
De acordo com o documento, Washington implantaria um sistema de “monitoramento contínuo e confiável do cessar-fogo” na Ucrânia e um comitê especial seria criado para tratar das violações do cessar-fogo.
Uma força multinacional “liderada pela Europa, com participação dos EUA” seria enviada à Ucrânia no caso de um acordo de paz com a Rússia. Os EUA contribuiriam com apoio sob a forma de inteligência e logística, bem como com o compromisso de apoiar a força caso esta fosse atacada.
Sobre o apoio militar – “a primeira linha de defesa” para Kiev – os signatários concordam com “pacotes de defesa de longo prazo”, financiamento e apoio orçamental e “apoio prático e técnico à Ucrânia na construção de fortificações defensivas”, diz o comunicado.




