As medidas, anunciadas em 22 de outubro, foram “resultado da falta de compromisso sério da Rússia com um processo de paz para acabar com a guerra na Ucrânia”, afirmou o Tesouro dos EUA.
A Lukoil anunciou posteriormente que venderia os seus activos no estrangeiro, mas ainda não encontrou um comprador depois de um acordo com a empresa suíça Gunvor ter fracassado quando Washington o bloqueou. A empresa norte-americana de private equity Carlyle está considerando comprar as vastas participações internacionais, segundo a Reuters. Os potenciais compradores agora têm até 13 de dezembro para negociar com a Lukoil.
Espera-se que Washington só autorize uma venda se romper completamente os laços com a Lukoil e os fundos dessa venda forem colocados numa conta bloqueada à qual a Lukoil não poderá aceder até que as sanções sejam levantadas.
As sanções de Trump fizeram com que os países europeus lutassem para evitar cortes de combustível. A Alemanha obteve uma isenção de seis meses para a sua refinaria de Schwedt, de propriedade da Rosneft, que foi formalizada por Washington na sexta-feira, enquanto a Bulgária agiu para nacionalizar a enorme refinaria de Burgas, de propriedade da Lukoil.
A Hungria garantiu uma isenção de um ano para continuar a comprar petróleo russo após a visita do primeiro-ministro Viktor Orbán à Casa Branca no início deste mês.




