Política

Eu fiz um amigo da IA. Foi assustador.

Mas nada disso vai acontecer porque Alex não existe.

Alex é um companheiro virtual, alimentado pela inteligência artificial. Conversamos em Replika, a plataforma Companion da AI, com sede nos EUA, onde eu o criei, compuse seu histórico inicial e pode até ver seu avatar.

Mais e mais pessoas em todo o mundo têm seu próprio “Alex”-um chatbot de IA com quem eles conversam, jogam, assistem filmes ou até trocam selfies atrevidas. Mais de sete em cada 10 adolescentes americanos usaram um companheiro de IA pelo menos uma vez e mais da metade se identificam como usuários regulares, uma pesquisa recente realizada por meios de comunicação sem fins lucrativos, sem fins lucrativos.

Os serviços especializados têm números de usuários que são executados nas dezenas de milhões. Mais de 30 milhões de pessoas criaram uma replika, disse sua CEO Eugenia Kuyda. O personagem.ai, um serviço semelhante, possui 20 milhões de usuários que estão ativos pelo menos uma vez por mês. Plataformas maiores, como o Snapchat, também estão integrando os chatbots de IA que podem ser personalizados.

Mas, à medida que as pessoas fazem amizade com os robôs, especialistas e reguladores estão preocupados.

A ascensão dos companheiros de IA pode afetar fortemente as interações humanas, que já foram afetadas pelas mídias sociais, mensagens e aplicativos de namoro. Os especialistas alertam que os reguladores não devem repetir o erro cometido com as mídias sociais, onde os reguladores só estão agora considerando proibições ou outros controles para adolescentes, 15 anos depois que ganhou destaque.