“Torceremos o braço às pessoas que se consideram completamente intocáveis”, disse Sánchez à multidão. “Os bilionários com uma ganância ilimitada. Aqueles que especulam com as casas das pessoas”, afirmou.
Ele destacou os oligarcas “que querem ficar mais ricos usando a nossa democracia e a saúde mental dos nossos jovens”.
“Quando nós, progressistas, chegamos ao governo, não é para servir as elites – nós as colocamos em seus lugares”, disse Sánchez.
Ele disse que a extrema direita estava “se organizando internacionalmente”, mas insistiu que seus números traíam mais fraqueza do que força. “Eles gritam não porque estão ganhando, mas porque sabem que seu tempo está prestes a acabar”, disse ele.
Cerca de 6.000 funcionários eleitos de esquerda, analistas políticos e ativistas participaram do evento em Barcelona. Os organizadores disseram que a reunião terminaria com uma declaração conjunta delineando uma ação coordenada sobre prioridades partilhadas, incluindo desigualdade, clima e regulação digital.
A reunião atraiu um elenco invulgarmente amplo de chefes de estado e de governo, incluindo o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente sul-africano Cyril Ramaphosa e o presidente colombiano Gustavo Petro.




