O antecessor de Sheinbaum, Andrés Manuel López Obrador, exigiu um pedido de desculpas da Espanha pelas violações dos direitos humanos cometidas naquela época.
Em 2024, o atual presidente não convidou o rei Felipe para a sua posse, afirmando que nem ele nem o governo espanhol responderam ao pedido. No entanto, os comentários do ministro dos Negócios Estrangeiros espanhol, José Manuel Albares, em Outubro passado, reconhecendo que houve “dor e injustiça” na história comum dos dois países, pareceram melhorar as relações.
O rei foi mais longe em março, quando disse ao embaixador mexicano em Espanha que tinha havido “muitos abusos” durante a conquista, o que “não nos pode deixar orgulhosos”. Esses comentários suscitaram uma resposta positiva do governo mexicano, embora tenham irritado alguns membros da direita espanhola, que tende a ser mais defensiva em relação à história colonial do país.
Apoiando o moderado
A liderança nacional do Partido Popular, que tem sido frequentemente surpreendida pelas explosões de Ayuso, evitou a sua disputa mexicana.
Em vez disso, durante a campanha na Andaluzia, o líder do partido Alberto Núñez Feijóo elogiou a imagem comedida de Moreno, dizendo aos apoiantes em Málaga que “é mais importante do que nunca…ter uma política moderada e centrista”.
As pesquisas mostram que os socialistas estão num distante segundo lugar, antes da votação de domingo. A morte de dois guardas civis numa perseguição em alta velocidade a traficantes de drogas nas águas ao largo de Huelva pareceu prejudicar o partido.
A candidata socialista, María Jesús Montero, descreveu o incidente como um “acidente de trabalho” numa linguagem que foi mal interpretada.




