As transportadoras suspenderam as operações depois que a Administração Federal de Aviação dos EUA alertou, em 21 de novembro, sobre uma “piora da situação de segurança e aumento da atividade militar” na Venezuela. A autoridade espanhola AESA juntou-se ao alerta em 24 de novembro.
O presidente dos EUA, Donald Trump, deslocou forças para perto da Venezuela e há uma preocupação crescente de que os EUA possam atacar.
No dia seguinte ao aviso de Espanha, o INAC da Venezuela solicitou que as seis companhias aéreas retomassem as operações no prazo de 48 horas, ameaçando suspender os seus direitos de tráfego caso não cumprissem. Não o fizeram, por isso a autoridade venezuelana prosseguiu proibindo-os.
“A Iberia não pode operar em áreas onde existe um elevado risco de segurança. Este é atualmente o caso da Venezuela”, disse ao POLITICO a companhia aérea espanhola, que faz parte do Grupo IAG. “A Iberia espera retomar os voos para a Venezuela o mais rápido possível, assim que estiverem reunidas todas as condições de segurança.”




