Do Brasil ao Vietname, Imaginarius abraçou voluntários de todo o mundo

Do Brasil ao Vietname, Imaginarius abraçou voluntários de todo o mundo

São jovens, criativos e oferecem o seu tempo ao evento; querem experiência e convívio com a comunidade artística

• Durante 72 horas os voluntários vivem no planeta Imaginarius

Um abraço com 16.600km –  Brasil, Portugal, Espanha, Itália, França e Vietname – os voluntários vieram de todo o mundo, sem eles o evento seria impossível – fazem de tudo um pouco, desde o mais simples, como distribuir folhetos até ao apoio à produção. 

São 72 horas de loucura absoluta, a correr entre eventos, a comunicar com o público e a prestar as mais diversas tarefas das quais um festival do tamanho mundo depende. No dia 25 de maio, quando o espetáculo “Globe” encerrou o festival, falamos com dois desses voluntários.
 
Nguyen, de Hanói no Vietname veio para Portugal para estudar. Contagia todos os que a rodeiam com uma energia vibrante, e faz questão de frisar bem a localização do seu país: “aqui é a China e aqui é o Vietname”  — gesticula num mapa imaginário. 
Fez questão de nos falar em Português, quando explicou que veio para ver os espetáculos, mas acima de tudo para “participar no trabalho voluntário com outros colegas” acrescentou ainda, com um sorriso do tamanho do mundo, que “foi mesmo uma memória inesquecível”. 

 

Alicia, que veio da Bretanha Francesa, trouxe consigo uma timidez do tamanho da sua simpatia. Quis ser desafiada e sabia que a parte mais difícil seria comunicar com o público, não falava português, mas sublinhou que todas as dificuldades foram ultrapassadas e que para o ano voltaria a participar.

 

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