“A abordagem do governo é reducionista. Eles vêem o presidente apenas colocando um rosto para políticas ou agindo como porta -voz, lendo instruções preparadas”, disse Radosław Fogiel, deputado para o Partido Populista da Lei e Justiça (PIS) que apóia Nawrocki, ao Politico.
“Representar o país significa algo mais amplo. O presidente, como representante do estado, não pode se limitar ao papel de porta -voz do governo”, disse Fogiel, vice -presidente do Comitê de Relações Exteriores do Parlamento.
Mas o governo está convencido de que Tusk detém as rédeas.
“O presidente representa a Polônia, mas apresenta a posição do Estado, que é a posição do governo, mesmo que ele discorde disso”, disse o porta -voz do Ministério das Relações Exteriores Paweł Wroński à mídia polonesa, acrescentando: “Não pode haver duas políticas estrangeiras para um estado”.
Lutando pelo poder
A batalha faz parte de uma guerra mais ampla sobre quem governa a Polônia.
Tusk lidera uma coalizão centrista que assumiu o poder em dezembro de 2023, depois de derrubar o governo do PIS que estava no comando por oito anos. Nawrocki foi apoiado por Pis e sua vitória em junho, além do retorno de Trump à Casa Branca, descarrilou as esperanças de Tusk de trazer a Polônia totalmente de volta ao mainstream da UE.




