A Europa está em um ponto de virada na luta contra a de Alzheimer. Com as terapias modificadoras da doença se tornando realidade pela primeira vez, pesquisadores, formuladores de políticas e advogados se reuniram em Milão para garantir que o continente transforme o progresso científico em atendimento significativo ao paciente.
De pedidos de alto nível de ação coordenada a desafios no local enfrentados por países como a Hungria, a cúpula da “mente do futuro” revelou a promessa e a fragilidade da prontidão da Europa.
A mensagem foi clara: sem reforma estrutural, investimento no diagnóstico precoce e capacitação clínica, a lacuna entre descoberta e entrega só aumentará.




